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27.08 0
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“Não cheguei sozinho”: Henrique Vilhena

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Não é à toa que Lenine cita Henrique Vilhena como “o quinto beatle” de sua banda.  Desde que o cantautor propôs inverter a lógica do “ver – ouvir” para “ouvir-ver” em seus shows, o papel de responsa do técnico de som ficou um tanto mais evidente. E no Rock in Rio, ainda mais: ele será o “50º beatle” do Projeto Carbono:

- Ele (Lenine) dá essa liberdade. Fui chamado durante a turnê Chão para intervir nas coisas e ser mais atuante nesse sentido.  Meu papel é ser os ouvidos do Lenine dentro da plateia, o ‘meio’ da coisa – explica Vilhena.

Com 10 anos de carreira, três deles na estrada com Lenine, Henrique começou profissionalmente como estagiário na gravadora Biscoito Fino, mas desde os 13 já transitava pelos estúdios. “Em casa, eu tinha uma mesinha e mixava em fita cassete” – conta. Hoje ele tem o seu próprio estúdio, no Jardim Botânico, de onde saem em breve discos como o de Edu Krieger e Brasov.

E por falar em Beatles… no carnaval Henrique pilota o som do Bloco do Sargento Pimenta. Foi o cara que criou o “louco” sistema de sonorização suspenso, para conseguir alcançar “o último cara da plateia” a 90 metros de distância. O público agradece, Henrique!

Foto: Chico Rasta Brandão

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