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Lenine encerra turnê Chão no Vivo Rio

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Considerado pela crítica como a “porção de verdadeira ousadia” do palco Sunset e um dos espetáculos mais inovadores do último Rock in Rio, Lenine encerra a turnê Chão em apresentação no Vivo Rio, dia 30 de outubro, no Rio de Janeiro.

Desde o lançamento da tour, foram mais de 70 cidades percorridas do Sul ao extremo Norte do Brasil, além de turnês por Alemanha, Argentina, Chile, França, Itália, Holanda, Portugal e Uruguai. Em 2013 – com a celebração dos 30 anos de carreira de Lenine – foram realizados 30 projetos especiais diferentes, entre reedições de shows clássicos como “Olho de Peixe” e “Baque Solto”, espetáculos ao lado da Martin Fondse Orchestra (Holanda), Orquestra Sinfônica Brasileira, a série de shows “Inusitado – Projeto Cantautores”, na Cidade das Artes, e uma expedição ao lendário Monte Roraima, levando Chão ao Extremo Norte do Brasil, fechando o ciclo das “comemórias”.

Regado a experimentações sonoras, Chão quebrou paradigmas e provou que o popular e o conceitual podem render uma combinação perfeita, lotando teatros e praças públicas, formando e renovando plateias de todos os gostos, cores e idiomas.

Com direção musical do próprio Lenine, em parceria com Bruno Giorgi e JR Tostoi, o show tem em cena os três num espaço repleto de instrumentos e equipamentos eletrônicos responsáveis por reproduzir os ruídos orgânicos que permeiam nove das dez faixas do disco, como “Chão” (Lenine/Lula Queiroga), “Envergo mas não quebro” (Lenine/Carlos Rennó) e “Amor é pra quem ama” (Lenine/Ivan Santos). Juntos, Lenine, Bruno e JR Tostoi ainda têm a incumbência de transpor os sucessos do compositor – indispensáveis – para essa nova atmosfera. “Jack Soul Brasileiro”, “Leão do Norte” (Lenine/Paulo César Pinheiro) e “Paciência” (Lenine/Dudu Falcão) são alguns deles.

Paulo Pederneiras, diretor de arte do espetáculo, criou um cenário em tons vermelhos, que ocupa apenas o chão da caixa cênica, em contraste com o entorno totalmente negro. Três lâmpadas simples, uma sobre cada um dos músicos, compõem a cena. À equipe de Paulo somam-se Fernando Maculan e Gabriel Pederneiras.

Para Lenine, levar Chão ao palco é mais do que simplesmente tocar as canções do álbum. A ideia é ambientar o espaço com os sons como o canto do canário belga Frederico VI, o ruído ensurdecedor das cigarras no verão da Urca, a agoniada derrubada de uma árvore por uma motosserra, entre outros.

Chão, produzido e tocado por Bruno Giorgi, JR Tostoi e por Lenine, é o décimo álbum de carreira do cantor e compositor. Numa evidente opção estética – instigada pelo canto de um pássaro, que invadiu a gravação de uma das faixas – o trabalho revela-se “eletrônico, orgânico e concreto”, com dez músicas inéditas, imersas na delicada intimidade de ruídos sem edição.

“No início, havia apenas a palavra e meu principal significado de chão: tudo aquilo que me sustenta. Chão, quase onomatopeia do andar – que soa nasal, reverbera no corpo todo. É pessoal, passional e intransferível” – conta Lenine, explicando como surgiu a inspiração para o nome do disco e, consequentemente, da turnê.

Mais informações: http://www.lenine.com.br/bio/

LENINE NO VIVO RIO

Dia: 31 de outubro
Horário de início do show: 22h
Abertura: 2 horas antes do início do espetáculo
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
Telefone: 21 2272 2901
Classificação etária: 16 anos
Capacidade: 2000 pessoas

Informações e compra de ingressos:
Preços: De R$100,00 (setor 4) até R$200 (Camarote A)
Bilheteria do VIVO RIO – Rua Infante Dom Henrique, 85.
Horário de Atendimento: segunda a sábado: 12h às 21h e domingo e feriados: 12h às 20h.
Compra por telefone – Ingresso Rápido – Tel: 4003 -1212
Horário de atendimento: segunda a sábado das 9h às 22h e domingo das 12h às 20h.
Compra pela Internet –  www.ingressorapido.com.br

Meia-Entrada: Estudantes, Professores da Rede Pública do Município do Rio de Janeiro e maiores de 60 anos são beneficiários de desconto de 50%. A venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do beneficiário aos pontos de venda, munido de documento original que comprove condição prevista em lei. É obrigatória a apresentação dos documentos também na entrada do espetáculo.

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